Logo 96FM

som+conteúdo

Banner_InterMossoro_1366x244px.gif

Diógenes Dantas


Dom Flávio Rocha

dom_flavio_rocha.png

A notícia vem do além-mar: Flávio Rocha está em Lisboa, Portugal, acompanhando a esposa, Anna Cláudia, e os filhos em compromissos profissionais.

O empresário aproveita a temporada em família para avaliar o plano de concorrer ao Senado pelo Rio Grande do Norte.

Filiado ao Novo, tem dois caminhos à mesa: compor com o PL de Rogério Marinho ou seguir em candidatura solo.

O que realmente deseja é disputar a vaga no campo da direita — ao lado do bolsonarismo. Qualquer outro cenário não o anima.

De terras lusitanas, confidenciou a um interlocutor que, muito provavelmente, não será candidato. 

Pesa a idade — 67 anos —, o conselho da família e o desgaste inerente à atividade política.

Pode ser manha dele. Mas fato é que a opinião dos familiares sempre teve peso nas decisões sobre sua trajetória pública.

O pai, Nevaldo Rocha, aconselhava o filho a manter distância da política. Desde 1994, após dois mandatos como deputado federal e uma quase candidatura presidencial, Flávio ensaia voltar ao jogo — e recua.

Enquanto não decide, uma legião de prefeitos, vereadores e deputados — de ontem e de hoje — aguarda seu retorno, como quem alimenta o sebastianismo: o mito do rei que há de voltar, Dom Sebastião, marca profunda da alma portuguesa.

A pergunta segue ecoando: ele vem ou não vem?

Sem resposta, nasce mais um mito: o flavianismo.

Cena rápida. Cai o pano.

 


 

Ira insana — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou a aliados que não pretende enviar, tão cedo, um novo nome ao Supremo Tribunal Federal. A decisão ocorre após a rejeição de Jorge Messias, um revés inédito para o Planalto em mais de um século.

Messias obteve 34 votos favoráveis — sete a menos que o mínimo necessário. O placar de 42 votos contrários expôs a fragilidade da articulação política do governo no Senado.

O ambiente é de tensão máxima entre o Executivo e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre.

 

Dureza - O ministro aposentado do STF, Celso de Mello, reagiu com dureza à decisão do Senado. O magistrado afirmou que os senadores cometeram um “grave equívoco institucional” ao barrar Jorge Messias.

Em nota, Mello classificou a votação como injustificável e desconectada do currículo do candidato. Para o decano, o advogado possui todas as condições exigidas pela Constituição para o cargo.

— Considero profundamente infeliz a decisão do Senado Federal — disparou Celso de Mello, que atuou na Corte entre 1989 e 2020.

 

Time dos sonhos - Odon Júnior deu a senha para o PT insistir numa aliança com o PSDB de Ezequiel Ferreira:

— Pela importância que Ezequiel, como presidente da Assembleia, tem na política do Estado, uma composição com o PSDB — inclusive com indicação de vice — eu vejo com bons olhos — disse o ex-prefeito de Currais Novos.

Fátima Bezerra sonha com esse arranjo todo santo dia.  

 

Capenga - De um observador atento à decisão do União Brasil sobre Carlos Eduardo Alves na chapa majoritária:

— Se Carlos Eduardo ficar de fora, a chapa de Allyson Bezerra ficará manca em Natal. Não irá muito longe na corrida eleitoral — disse o leitor da coluna.

 

Bateria - Hugo Fonseca, secretário de Desenvolvimento Econômico, comemorou a resolução do Conema que regulamenta o armazenamento de energia em baterias. Segundo ele, o licenciamento deve fortalecer as energias renováveis e impulsionar a transição energética no estado.

Deixe o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado