O presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana, bateu o pé: "não vai recuar 1 milimetro" quando a aprovação da quebra de sigilo do empresário Fábio Luís, o Lulinha, filho do presidente da República, Lula (PT). A declaração foi dada em entrevista coletiva antes de começar a reunião da CPMI marcada para esta segunda-feira (2). Veja abaixo:
A CPMI do INSS cancelou os três depoimentos previstos para esta sessão. Iriam depor a ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes – o "Careca do INSS" – Aline Barbara Mota de Sá Cabral e o advogado Cecílio Galvão.
Aline entrou com pedido de Habeas Corpus no STF (Supremo Tribunal Federal), que foi sorteado para a ministra Cármen Lúcia. A presidência do colegiado quer votar agora a condução coercitiva de Aline já que mesmo sem a definição da corte, ela escolheu não comparecer.
O advogado Cecílio Galvão já era alvo de um pedido do tipo, mas, segundo apuração da CNN, não foi localizado pela polícia. Ele foi convocado para esclarecer supostos contratos milionários com associações investigadas nos desvios dos aposentados.