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Segurança

[VÍDEO] EXCLUSIVO: PIX de 10 mil reais pode desvendar quem mandou matar cabo Deyvison

Vereado do PL sofre atentado em Mossoró | atentado Cabo Deyvison | reprodução

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte encontrou um comprovante de Pix no valor de R$ 10 mil no celular de um dos suspeitos presos pelo atentado contra o vereador e policial militar Cabo Deyvison, em Mossoró. A transferência se tornou uma das principais pistas da investigação. O ataque matou o assessor parlamentar Alyson Dyego e deixou o PM ferido. Veja os detalhes no vídeo acima.

Os investigadores trabalham com três hipóteses principais:

Pagamento pelo atentado — o valor seria a remuneração, total ou parcial, pela execução do crime;

Custeio da operação — o Pix teria financiado transporte, hospedagem, equipamentos ou logística de fuga;

Auxílio pós-crime — a transferência teria sido feita após o ataque para viabilizar a fuga ou ocultação dos suspeitos.

Próximos passos

Para rastrear a origem do dinheiro, a Polícia Civil deve pedir à Justiça a quebra dos sigilos bancário e telemático vinculados à transação. Com a autorização, os bancos são obrigados a fornecer dados dos titulares das contas, histórico de movimentações, registros de dispositivos e demais informações sobre a operação. Em crimes graves, a resposta costuma ser acelerada.

Para os investigadores, a trilha financeira pode ser tão decisiva quanto a perícia balística e os depoimentos: dependendo de quem está por trás do Pix, a transferência pode levar não apenas aos executores, mas aos financiadores, intermediários e mandantes do atentado.

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