Senta, que lá vem história do futebol.
Muita gente diz que o Bomba e o Dedeca, ainda tinha um outro irmão que Ranilson me falava jogava muita bola, resumindo: todos eram craques de bola. E pouca gente sabe, Ranilson Cristino foi um dos maiores goleiros da história de nosso futebol de salão.
Ele brilhou na seleção de Ceará-Mirim e Bola Preta. Certa vez, quando o futebol de salão era manchetaço dos jornais, o Diário de Natal estampou: Ranilson Cristino 0 x 0 ABC. O baixinho pegava bola demais e esse jogo terminou sem gols graças a ele.
Se não me engano, dia 27, meu querido Cristino vai completar 80 anos. Voltando à história. Ranilson Cristino, goleiro, técnico, roupeiro, diretor e presidente do Força e Luz, jogava pela seleção de Ceará-Mirim de forma irregular, pois já atuava no Forcinha.
Lá, seu nome era Severino. E todo cuidado para que ninguém desconfiasse, pois a seleção perdia os pontos. E foi assim que ele atuou o torneio inteiro sempre sendo destaque. Sorte dele que não existia celular, internet, nem mesmo TV, somente rádio.
Enfim, Ranilson foi campeão do interior, time que tinha os irmãos Irimar, Izulamar, Ivan, além do zagueirão Lolô. Depois, todos jogaram na nossa primeira divisão depois. Ranilson Cristino, assim como os irmãos Marinho e irmão dos Verdes Canaviais escreveram páginas belíssimas de nosso futebol.
*Na foto (cedida pelo leitor Gilney Azevedo) Toinho, Dedeca e Ranilson Cristino. Marinho e Bomba (agachados).
*Na foto (cedida pelo leitor Gilney Azevedo) Toinho, Dedeca e Ranilson Cristino. Marinho e Bomba (agachados).