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Professor que estuprou a própria filha ainda não foi exonerado pela Educação

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Um professor da rede pública do Distrito Federal condenado a 16 anos de prisão por estupro de vulnerável contra a própria filha, de 8 anos, se entregou à polícia dois dias após ter foto e nome divulgados pela Polícia Civil do Distrito Federal. Apesar da condenação, ele ainda não foi exonerado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal.

O homem foi considerado foragido em 12 de fevereiro, mas se apresentou dois dias depois na 21ª Delegacia de Polícia de Taguatinga Sul, acompanhado de um advogado, e foi encaminhado ao sistema penitenciário sem oferecer resistência.

Para preservar a identidade da vítima, o nome e a imagem do acusado não foram divulgados. Segundo a polícia, o professor possui registros de ocorrências por importunação sexual contra mulheres, incluindo denúncias de apalpadas em bares. O Conselho Tutelar também teria recebido queixas de estudantes da rede pública contra o docente.

A Secretaria de Educação informou que existe um procedimento disciplinar sigiloso em andamento. O professor foi afastado das salas de aula e transferido para a área central da secretaria, sem contato com alunos.

Uma semana antes de ser preso, o servidor — que recebia salário bruto de R$ 12.697 — havia recebido progressão salarial, e o cadastro dele segue ativo no Portal da Transparência do Distrito Federal.

O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. De acordo com a polícia, os crimes ocorreram em 2021. Além disso, o professor também é acusado de assediar mulheres em um bar na região da Asa Sul.

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