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Segurança

Mulher tem dedos quebrados após ser assaltada por morador de rua

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Em meio à escalada de violência e crimes provocados por pessoas em situação de rua no Distrito Federal, uma jornalista foi assaltada após ser abordada por um morador de rua no domingo (9), enquanto caminhava pelo Setor de Rádio e Televisão Norte (SRTVN), na Asa Norte (DF). Com informações da coluna Na Mira, do Metrópoles.

“Foi no domingo. Eu estava mexendo no celular na rua e fui abordada”, contou ao Metrópoles. A vítima ficou machucada, teve alguns dedos das mãos quebrados e precisou ser afastada do trabalho.

O caso está sendo investigado pela 5ª Delegacia de Polícia (Área Central). A unidade policial vai requisitar imagens de câmeras de segurança instaladas na região onde ocorreu o crime e tentar identificar o autor do roubo e da agressão.

Crimes cometidos por pessoas em situação de rua

Nos últimos dias, foram registrados vários delitos envolvendo pessoas em situação de rua. Na última sexta-feira (7), o zelador de um prédio na Asa Norte foi agredido a pauladas e precisou passar por cirurgia.

Para tentar estancar o número de casos envolvendo as pessoas em situação de rua, a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), afirmou que o governo já colocou em prática o protocolo para internação involuntária de pessoas em situação de rua nos casos previstos na legislação.

Segundo ela, a medida agora conta com respaldo legal e um fluxograma que define a atuação integrada das forças de segurança, da saúde e da assistência social. Ela ainda reforçou que o GDF não vai recuar da ideia de transferir o Centro POP da Asa Sul. “Vamos enfrentar o problema de frente.”

De acordo com a chefe do Executivo local, um dos principais problemas enfrentados até então era a falta de um procedimento padronizado para atender às ocorrências envolvendo moradores de rua com transtornos mentais graves ou em situação de vulnerabilidade extrema.

“Pela primeira vez, temos lei e fluxograma. Antes, a Polícia Militar, muitas vezes, tinha receio de abordar, não sabia como proceder diante de casos graves. Agora, todos os órgãos sabem exatamente o que fazer”, afirmou Celina ao Metrópoles.

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