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Brasil

3 dicas para aumentar a segurança online (e proteger seus dados de verdade)

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Seja só para checar o feed do Instagram ou para trabalhar horas a fio, é quase certo que você navegará na internet pelo menos uma vez ao dia. Se sim, está dentro do grupo de 82% dos brasileiros que acessam a internet diariamente.

E com tantas pessoas online, seja trabalhando, comprando, pagando contas ou jogando, é preciso ter atenção redobrada por onde navega. Para ajudar nesse assunto, separamos três dicas para aumentar a segurança online e blindar sua vida digital.

Fonte: Unsplash

Não clique em links de desconhecidos

Parece óbvio, mas essa é a brecha mais explorada por golpistas. Aquela mensagem no WhatsApp dizendo “Clique aqui para resgatar seu prêmio” ou “Seu CPF foi usado indevidamente” geralmente vem de números que você nunca viu na vida. O instinto pode ser clicar por curiosidade ou medo, mas nunca faça isso.

Golpes de Phishing (quando criminosos se passam por empresas legítimas) estão cada vez mais sofisticados. Às vezes chegam até de contatos conhecidos cujas contas foram invadidas. Antes de clicar em qualquer link, mesmo que venha de um amigo, confira se a mensagem faz sentido. Sua tia realmente mandaria um link sobre “promoção imperdível de iPhone”? Provavelmente não.

Se você clicar acidentalmente em um link suspeito, não entre em pânico. Feche a página imediatamente, não digite nenhuma informação, mude suas senhas principais e monitore suas contas bancárias nos dias seguintes.

Cheque se o site tem criptografia de dados

Fonte: Unsplash

Todos os grandes sites que lidam com dados sensíveis usam tecnologia de criptografia SSL, aquele cadeadinho que aparece ao lado da URL no navegador.

Quando você cria uma conta na Amazon para comprar um produto, precisa informar CPF, endereço e dados bancários. Todos são extremamente sensíveis, certo? Para proteger essas informações, a empresa usa (entre outras tecnologias) a criptografia, que basicamente embaralha os dados, tornando-os ilegíveis para qualquer pessoa que tente interceptá-los.

A mesma lógica se aplica aos bancos digitais que movimentam dinheiro 24 horas por dia. Uma plataforma de cassino online também deve utilizar criptografia de ponta, já que armazena endereços, chaves Pix e dados de pagamento de quem se cadastra para jogar slots, roleta e game shows como Crazy Time ou XXXTreme Lightning Roulette.

Antes de digitar qualquer informação pessoal em um site, confira se a URL começa com “https://” (cujo “s” significa “seguro”) e se há o ícone de cadeado.

Evite Wi-Fi público

Aquela rede aberta do shopping, do aeroporto ou da cafeteria pode parecer uma mão na roda quando seus dados móveis estão acabando. Mas conectar-se a redes públicas sem senha é como deixar a porta de casa aberta em um bairro perigoso. Qualquer pessoa com conhecimento técnico básico consegue interceptar o que você está fazendo online.

Se você realmente precisa usar Wi-Fi público, nunca acesse contas bancárias, e-mails ou qualquer serviço que exija login com senha. E definitivamente não faça compras ou transações financeiras. Se não tiver outra opção, use uma VPN (rede privada virtual), que criptografa sua conexão mesmo em redes abertas. Existem opções gratuitas e pagas que funcionam bem.

Segurança online não é luxo

Proteger seus dados na internet não exige curso de tecnologia ou investimento alto. As três práticas que mostramos aqui já eliminam a maioria dos riscos que usuários comuns enfrentam.

O importante é transformar isso em hábito, não em exceção. Seus dados pessoais, financeiros e de navegação têm valor real — e você deve protegê-los.

 

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