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Internacional

Ranking aponta países mais corruptos do mundo; veja quais são

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Sudão do Sul, Somália e Venezuela lideram a lista de países com os maiores níveis percebidos de corrupção no setor público. A conclusão é do IPC (Índice de Percepção da Corrupção) de 2025, elaborado pelo CPI (Índice de Percepção de Corrupção).

A noticia é do portal R7. O ranking inclui 182 países e territórios. A lista foi feita a partir de um índice composto por entre três e 13 pesquisas e avaliações realizadas por diversas instituições, incluindo o Banco Mundial e o Fórum Econômico Mundial.
Os resultados são ordenados em uma escala de 0 (altamente corrupto) a 100 (altamente íntegro). Isto é, quanto mais próximo de 100, maior é a corrupção em um país. Quanto mais próximo de 0, menor a percepção.

Segundo o relatório, apenas cinco países alcançaram pontuação acima de 80. Há dez anos, esse grupo reunia 12 nações. A média global caiu para 42 pontos, o menor nível em mais de uma década.
Além do Sudão, da Somália e da Venezuela, na lista de países pior avaliados no índice de corrupção aparecem nações como Iêmen, Líbia e Eritreia.
Os 10 países mais corruptos segundo levantamento

   - Sudão do Sul (9 pontos)
   - Somália (9 pontos)
    -Venezuela (10 pontos)
    -Iêmen (13 pontos)
    -Líbia (13 pontos)
    -Eritreia (13 pontos)
    -Sudão (14 pontos)
    -Nicarágua (14 pontos)
    -Síria (15 pontos)
    -Coreia do Norte (15 pontos)
O Brasil contabiliza 35 pontos na pesquisa, estando empatado com o Sri Lanka. Entre os países da América do Sul, está atrás do Uruguai, o mais bem avaliado no levantamento, com 73 pontos, e do Chile (68).
Em termos de pontuação, o país está um ponto melhor que em 2024, mas ainda abaixo da marca de 2023 (36). O ano em que o Brasil teve sua melhor marca foi em 2014, com 43 pontos, levando-se dados históricos coletados desde 2012

A posição brasileira foi contestada pela CGU (Controladoria-Geral da União), que defende que o IPC não “mede a ocorrência concreta de atos de corrupção” nem avalia políticas públicas de enfrentamento adotadas pelos países analisados ou os resultados obtidos.

A CGU citou, ainda, a falta de dados no relatório com a percepção da população geral sobre a corrupção nos respectivos países — fator que, na avaliação do órgão, compromete a fidelidade do levantamento.

“O índice se baseia em percepções de grupos específicos, como especialistas, executivos e analistas, coletadas a partir de fontes distintas, com metodologias, períodos de coleta e pesos diferentes entre os países”, enfatizou o órgão.

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