A campanha de Flávio Bolsonaro à Presidência identificou, por meio de pesquisas, o seu campo de batalha prioritário a partir de agora: o senador precisará ir a campo e fazer acenos para o eleitorado católico. A informação é da Veja.
A visão é de que apesar de pontos de convergência ideológica com este grupo religioso, que é preponderantemente conservador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caminha passos à frente.
Há a percepção coletiva de que a família Bolsonaro se apegou excessivamente a lideranças evangélicas nos últimos anos e deixou de lado a interlocução com artistas, padres e outras lideranças ligadas ao catolicismo.
Por isto, o entorno bolsonarista avalia ações para conseguir cativar grupo. A campanha iniciou novas pesquisas para identificar quais são esses “gargalos” e avalia medidas para estreitar relações com figuras estratégicas.
Está certo que haverá acenos maiores em eventos, com a presença de lideranças católicas, e discursos que atendam aos interesses deste grupo religioso. Flávio, é claro, terá que bater ponto em missas e intensificará as aparições ao lado de padres.