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Política

Michelle procura Gilmar Mendes para pedir prisão domiciliar a Bolsonaro

Michelle Bolsonaro em foto de novembro de 2025, na sede da PF em Brasília — Foto: Reuters/Jorge Silva

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu nesta semana uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apelar pela saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defender que ele vá para a prisão domiciliar. A informação é do G1.

O blog da Andréia Sadi obteve relatos de bolsonaristas e aliados do ex-presidente, que defendem que Bolsonaro não tem condições de permanecer na cadeia devido a problemas de saúde.

Bolsonaro está preso na superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O relator do caso, Alexandre de Moraes, negou recentemente mais um pedido da defesa para que o ex-presidente vá para a domiciliar.

Ao ministro decano do STF, a ex-primeira-dama relatou estar vivendo um drama particular e pediu pelo marido.

Nos bastidores, bolsonaristas relataram ao blog que ministros do STF demonstram discordar da posição de Moraes e que, por isso, Michelle tenta sensibilizar outros integrantes da corte para falarem com o relator.

Procurado, Gilmar Mendes apenas confirmou o encontro, mas não quis comentar os detalhes.

Cirurgias e queda na prisão

No fim de dezembro, Bolsonaro deixou o prédio da PF e foi levado ao hospital para uma cirurgia de tratamento de uma hérnia inguinal bilateral.

Ele também foi submetido a procedimentos para tentar conter as crises de soluço com as quais sofre constantemente.

Em 1º de janeiro, Moraes negou um pedido de prisão domiciliar feita pela defesa de Bolsonaro em função das cirurgias.

Na semana passada, Bolsonaro passou mal e caiu na sala onde cumpre pena. A pedido da defesa, foi levado a um hospital para fazer exames e depois voltou para a PF.

Bolsonaro foi condenado em setembro e, até novembro, estava em prisão domiciliar sob monitoramento porque havia violado medidas restritivas.

Em 22 de novembro, ele foi preso preventivamente e levado à sede da PF, por ordem de Moraes, após tentar queimar a tornozeleira com um ferro de solda.

Três dias depois, o STF decretou o fim do processo pela tentativa de golpe e determinou o início do cumprimento da pena.

 

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