Logo 96FM

som+conteúdo

Banner_SALeLUZ-2026_1366x244px.png

Política

Campanha de Lula avalia 2ª ação no TSE por fala de Flávio sobre urnas

IMG_1261.jpeg

Foto: Ricardo Stuckert

O Partido dos Trabalhadores (PT) avalia a possibilidade de entrar com mais uma ação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra as declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre as urnas.

O time jurídico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cogita a apresentação de uma AIJE (Ação de Investigação Judicial Eleitoral) após Flávio registrar oficialmente sua candidatura à Presidência da República.

Foi a partir de uma ação semelhante que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral, também em um contexto em que colocou em xeque a lisura das eleições brasileiras.

A campanha de Lula agora acompanha a repercussão das falas de Flávio e monitora se o conteúdo dará munição suficiente para levar o caso à frente.

Ministros do TSE e do STF ouvidos pela CNN nesta quarta-feira (22) disseram considerar as declarações de Flávio graves, porém, veem diferenças de contexto em relação a Jair Bolsonaro. Por isso, adotam cautela sobre eventual punição.

Em junho de 2023, Bolsonaro foi declarado inelegível por oito anos pelo plenário do TSE por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação durante uma reunião com embaixadores estrangeiros realizada um ano antes.

Sem apresentar provas, o ex-presidente atacou as urnas eletrônicas, fez ataques ao então candidato Lula e defendeu o voto impresso. À época, a TV Brasil transmitiu o evento no Palácio da Alvorada.

Três anos depois, Flávio também, em um evento com embaixadores, questionou a segurança das urnas eletrônicas e citou dados sobre o sistema brasileiro já desmentidos pela Justiça Eleitoral.

O PT já ingressou com uma representação no TSE nesta quarta-feira (21) contra as declarações de Flávio. A sigla pede que Flávio seja multado em R$ 30 mil e que postagens com ataques às urnas feitas por aliados sejam removidas das redes sociais.

CNN

Deixe o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado