O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) veio a público nesta quarta-feira (22) negar informações que circulam nas redes sociais sobre supostas irregularidades nas obras do Ramal do Apodi, parte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).
A nota é uma resposta a um vídeo divulgado nesta semana pelo pré-candidato a deputado federal pela Paraíba, Nilvan Ferreira, no qual ele aponta o que classifica como uma nova "farsa" do Governo Lula na obra de transposição do São Francisco. No vídeo, Ferreira mostra imagens do túnel Major Sales, já inaugurado por Lula, e afirma que a estrutura ainda não estaria pronta, com a empresa responsável realizando a retirada de água para concluir os trabalhos.
Segundo o MIDR, o empreendimento segue em andamento regular, com avanço físico de 94,56% e financeiro de 94,26%, e tem conclusão contratual prevista para fevereiro de 2027.
O ministério explica que as estruturas mostradas no vídeo são intervenções provisórias, já previstas no planejamento da obra, com o objetivo de viabilizar os testes de enchimento e manter o acesso das comunidades durante a execução dos serviços. De acordo com a pasta, essas soluções não geraram custos adicionais ao contrato e serão substituídas pelas estruturas definitivas, conforme o cronograma de execução.
O MIDR reforça ainda que todas as intervenções atendem aos requisitos de segurança técnica e que não haverá ônus adicional para a Administração Pública com a substituição das estruturas provisórias pelas definitivas.
Confira a nota do Governo Federal:
"O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) esclarece que são falsas as informações que circulam nas redes sociais sobre supostas irregularidades nas obras do Ramal do Apodi do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF).
O empreendimento segue em andamento regular, com avanço físico de 94,56% e financeiro de 94,26%, e tem conclusão contratual prevista para fevereiro de 2027.
As estruturas mostradas no vídeo são intervenções provisórias previstas no planejamento da obra para viabilizar os testes de enchimento e manter o acesso das comunidades durante a execução dos serviços. Essas soluções não geraram custos adicionais ao contrato e serão substituídas pelas estruturas definitivas, conforme o cronograma de execução.
O MIDR reforça que todas as intervenções atendem aos requisitos de segurança técnica e que as estruturas provisórias serão integralmente substituídas pelas definitivas, sem qualquer ônus adicional para a Administração Pública.
Atenciosamente,
Ascom/MIDR"