Logo 96FM

som+conteúdo

Banner_Iluminacao_1366x244px.gif

Segurança

Após filha dizer que matou o pai, DNA identifica material genético dele em investigação de estupro da neta no RN

sampi_6ae4d5be704da.png

Um homem de 58 anos passou a responder por suspeita de estupro de vulnerável contra a própria neta, de seis anos, em Carnaúba dos Dantas, na região Seridó do Rio Grande do Norte. O delegado Roney Nóbrega, responsável pela investigação, e o advogado da mulher que denunciou o caso confirmaram o desdobramento. O investigado está preso por descumprimento de medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Exames periciais solicitados pela Polícia Civil identificaram material genético do homem em um lençol utilizado pela criança. O resultado integra os elementos reunidos na investigação sobre a denúncia de violência sexual.

O homem já utilizava tornozeleira eletrônica em razão de uma investigação por tráfico de drogas. Além desse procedimento, ele agora também responde pela suspeita de abuso contra a neta.

Filha havia afirmado à polícia que matou o pai

O caso ganhou repercussão em dezembro de 2025, quando a filha do investigado procurou a polícia e afirmou ter matado o pai depois de supostamente flagrá-lo abusando da menina. No relato apresentado aos investigadores, ela disse que o agrediu com pedaços de madeira e pedras e, em seguida, enterrou o corpo.

A declaração levou a Polícia Civil a realizar buscas para tentar localizar os restos mortais. Nenhum vestígio que confirmasse a morte foi encontrado. Posteriormente, o homem foi localizado com vida em Campina Grande, na Paraíba, e também entrou em contato com a polícia para informar que estava vivo.

Segundo o delegado Roney Nóbrega, o investigado sobreviveu às agressões e conseguiu fugir para uma área de mata. A tornozeleira eletrônica que ele usava estava descarregada, o que dificultou o rastreamento durante as buscas.

Outro filho resgatou o homem e o retirou de Carnaúba dos Dantas. Ele apresentava ferimentos provocados pelas agressões, principalmente no rosto. Após ser localizado com vida, a apuração da denúncia de violência sexual prosseguiu, com a realização dos exames periciais.

Veja também:

Deixe o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado