A nova crise envolvendo o Flow ganhou força após uma sequência de ataques públicos contra Igor 3K. Primeiro, Monark voltou a reclamar do antigo sócio, acusando o grupo de não cumprir corretamente o acordo feito após sua saída do podcast. Depois, Sérgio Sacani entrou na discussão, reforçando críticas ao ambiente interno e à condução empresarial do ecossistema Flow.
Monark afirmou que vendeu sua parte do Flow, mas que os pagamentos não teriam seguido o combinado. Também voltou a se apresentar como alguém abandonado pelos antigos parceiros depois da crise de 2022, quando sua fala sobre partido nazista provocou forte reação pública, perda de patrocinadores e colocou em risco a continuidade do programa.
Sacani, por sua vez, apareceu como uma espécie de contraponto moral ao Flow. A narrativa em torno dele sugeria que o comunicador teria sido prejudicado ou pouco valorizado, mesmo tendo contribuído para projetos ligados ao grupo. A crítica ganhou tração entre seguidores que já vinham atacando Igor pela forma como teria conduzido acordos e relações profissionais.
A resposta de Igor veio em tom duro. Ele rejeitou a tentativa de Monark de se colocar apenas como vítima e lembrou que a crise que levou à sua saída não surgiu do nada. Na visão de Igor, Monark perdeu o controle, criou um problema gigantesco para a empresa e depois passou a tratar as consequências como se fossem apenas uma traição dos antigos sócios.
Sobre Sacani, Igor também rebateu a narrativa de injustiça. Segundo ele, não procede a versão de que o apresentador teria trabalhado sem receber para ajudar a equipe. Igor afirmou que Sacani recebeu valores previstos e, em alguns momentos, teria até recebido sem cumprir integralmente o contrato, que previa exclusividade e participação frequente em programas.
O ponto central da defesa de Igor é que o Flow deixou de ser apenas uma conversa entre amigos há muito tempo. Tornou-se uma empresa, com folha de pagamento, contratos, patrocinadores, riscos jurídicos e responsabilidades comerciais. Nesse cenário, atitudes individuais de apresentadores e parceiros passaram a ter impacto direto sobre a sobrevivência do negócio.
A polêmica expõe uma ruptura típica de projetos que cresceram rápido demais na internet: relações pessoais viram contratos, amizade vira sociedade e divergências privadas acabam resolvidas em público. Monark tenta transformar sua queda em abandono, Sacani reforça a crítica ao modelo do Flow, e Igor reage tentando mostrar que, por trás da narrativa emocional, havia descontrole, falta de compromisso e uma empresa tentando continuar de pé.