A jogadora de vôlei universitário Amanda Mack morreu aos 20 anos na última quarta-feira (16), poucas semanas depois de ser diagnosticada com uma forma grave de anemia aplástica. Natural de Maryville, no Tennessee, a atleta havia se transferido para o College of the Holy Cross, em Massachusetts.
A doença foi descoberta após uma emergência médica em julho. Amanda acordou com uma forte dor de cabeça, desmaiou e foi levada ao hospital com níveis críticos de hemoglobina e plaquetas. Inicialmente, os médicos chegaram a suspeitar de leucemia, mas exames da medula óssea apontaram a anemia aplástica. “Minha hemoglobina estava em 4 e minhas plaquetas em 1. Eu estava em estado crítico”, relatou a jogadora na época.
Segundo Amanda, os médicos acreditavam que uma infecção viral anterior teria provocado uma reação descontrolada do sistema imunológico, levando à destruição da medula óssea. Ela passou por duas cirurgias de emergência e precisava de um transplante de medula. Um doador considerado 100% compatível havia sido encontrado, e o tratamento previa sessões de quimioterapia e radioterapia antes do procedimento.
Em 14 de agosto, a atleta informou que havia concluído a terapia imunossupressora com poucos efeitos adversos e se preparava para voltar para casa e iniciar a fisioterapia. A família anunciou a morte pelas redes sociais. “Amanda era uma luz brilhante neste mundo e será para sempre amada e lembrada!”, publicou.
Amanda havia construído uma trajetória de destaque no vôlei desde as categorias de formação. Ela se tornou a primeira atleta da IMG Academy, na Flórida, a ser selecionada para o time All-American da Under Armour na modalidade.