Morreu aos 28 anos o ativista e gamer belga Michiel Vandeweert, diagnosticado com progeria, uma rara doença genética que provoca envelhecimento acelerado do organismo.
A morte foi confirmada pela emissora VRT NWS, que divulgou comunicado da produtora Boundbreakers, responsável pela série documental “How to Be Alive”, da qual Michiel participou.
Conhecida como Síndrome de Hutchinson-Gilford, a progeria é uma condição progressiva e, atualmente, sem cura. A expectativa de vida para pacientes costuma ser de 13 a 14 anos, com problemas cardíacos entre as principais causas de morte.
Michiel também era gamer, ativista e torcedor apaixonado pelo KRC Genk, que prestou homenagem ao influenciador. O funeral será realizado no estádio do clube e será aberto ao público, algo inédito na história da equipe.
Nas redes sociais, Michiel compartilhava sua rotina e a experiência de viver com a doença com quase 60 mil seguidores no Instagram.