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Mario Frias detona e diz que Wagner Moura é “sustentado pelo Estado”

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O ator Wagner Moura entrou para a história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer o Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator em Filme de Drama por sua atuação no longa O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, premiado também como Melhor Filme em Língua Não Inglesa na mesma cerimônia. A conquista acontece na 83ª edição do evento realizado nos Estados Unidos neste domingo (11/1) e marca um momento importante para o cinema brasileiro no cenário internacional.

Moura foi reconhecido por sua interpretação como Marcelo, personagem que enfrenta o contexto político e social da década de 1970 no Brasil, com discursos que destacaram temas como valores, memória e resistência.

Críticas nas redes por posicionamentos e discurso

Nem todas as reações foram de celebração. Nas redes sociais, o deputado federal Mario Frias criticou duramente Wagner Moura após a vitória, atacando tanto a sua postura política quanto o reconhecimento recebido no exterior. Frias afirmou que o ator “apoia ditaduras” e o acusou de ser “sustentado por um Estado corrupto”, em um posicionamento que também mencionou governos como os de Nicolás Maduro, Hugo Chávez e Lula.

O deputado ainda acusou Moura de usar o nome do Brasil no exterior para “autopromoção” e de transformar seu discurso político em “negócio lucrativo”, além de sugerir contradições entre sua crítica ao capitalismo e sua vida pessoal nos Estados Unidos.

Outras publicações de Frias em redes sociais ampliaram as críticas, inclusive relacionando o ator a confrontos com figuras políticas brasileiras, como o ex-presidente Jair Bolsonaro.

O episódio reflete um ambiente de polarização em torno de figuras públicas que, como Moura, alcançam projeção internacional e têm posicionamentos políticos visíveis, gerando debates que vão além da arte e da premiação.

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