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Brasil

Flávio Bolsonaro defende castração de estupradores após morte de bebê; entenda

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) defendeu, em suas redes sociais, a castração química para estupradores. A postagem foi feita após a repercussão do caso da bebê de 10 meses, identificada como Helana, que morreu em Fortaleza (CE). A criança teria sido estuprada pelo “ficante” da mãe e o primo dele. “Esse tipo de vagabundo tem ou não tem que mofar na cadeia? Um estuprador só pode sair da cadeia se fizer castração química ou não? Eu sou a favor da castração química”, afirmou. Com informações da coluna Na Mira, do Metrópoles.

Ainda na publicação, o senador afirma que, a cada minuto, três crianças — abaixo dos 12 anos — são violentadas no país.

Ele ainda complementa questionando os seguidores: “Uma das minhas filhas tem 11 anos de idade. E você, que é pai e mãe também, que tem filha, o que você faria se pegasse alguém abusando da sua filha?”

Caso Helena

A morte de Helena é investigado pela Polícia Civil do Ceará. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará informou que a unidade de saúde onde a bebê foi socorrida constatou que a criança apresentava sinais compatíveis com violência sexual. A hipótese de asfixia também está sendo analisada.

Ainda segundo a SSPDS, o caso ocorreu no bairro Dionísio Torres. A bebê foi socorrida e levada a uma unidade de saúde na segunda-feira (13/7), mas não resistiu. A causa da morte ainda não foi confirmada, e a Polícia Civil aguarda o resultado dos laudos periciais.

A criança foi sepultada nesta terça-feira (14). A mãe passou mal durante o velório e teve um episódio de desmaio.

Morte da bebê de 10 meses

- A bebê de 10 meses morreu nessa segunda-feira (13), em Fortaleza (CE).

- Após o óbito, a coluna Na Mira apurou que a mãe da criança disse, em depoimento à polícia, que o homem apontado inicialmente como padrasto era, na verdade, um “ficante”.

- Segundo ela, os dois haviam se conhecido poucos dias antes da morte da menina.

Festa e suposto engasgo

Durante o interrogatório, a mãe relatou que foi a uma festa no apartamento do investigado, que acabou preso junto com um primo. Em determinado momento, ela percebeu que havia algo errado com a filha e acreditou que a bebê estivesse engasgada.

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