A segurança pública do Rio Grande do Norte focou nesta quarta-feira (8) nas imagens do novo helicóptero que o Estado vai receber em breve para operações de combate a criminalidade e salvamento, o Potiguar 02. Mas você sabia que o Estado tem outros dois aviões que poderiam estar aptos para uso, mas que estão quase esquecidos no hangar do RN?
A noticia foi postada com exclusividade pelo colunista Leonardo Dantas, do P-47 Aviação e História, do Portal Grande Ponto. No hangar da Coordenação Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) do RN, tem dois aviões ligados a segurança pública: um Beechcraft “Baron 55”, de matrícula PT-JLE, e um Cessna 210, de matrícula PP-FHD.
De acordo com dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pesquisados nesta quarta-feira, o primeiro tem como operador o Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte (CBMRN) e está com “situação normal” junto ao órgão fiscalizador até maio de 2023. Ele tem a observação de “Autorização Judicial de Uso Provisório”.

Em pesquisa na internet, é possível rastrear que esse “Baron 55” foi apreendido em operação conjunta contra o tráfico de drogas da Força Aérea Brasileira (FAB), Polícia Militar de Goiás (PM-GO) e Polícia Federal (PF), em maio de 2019, no estado de Goiás. Em seguida, ele foi enviado para uso provisório do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina, antes de chegar ao RN.
O “Baron 55” tem capacidade de transportar 6 pessoas e uma autonomia de mais de 1.600 quilômetros, avião pode ser utilizado no transporte de feridos, órgãos para transplantes ou de autoridades.
O outro avião, o Cessna 210, no entanto, está com o certificado vencido desde 2013, com cessão de uso à Sesed.
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ESQUADRÃO AEREO
Vale lembrar que, além do Baron 55 e do Potiguar 02, o Governo do RN já conta com um helicóptero “Esquilo” (matrícula PR-YFF, apelidado de Potiguar 01) e dois aviões Embraer, um “Bandeirantes EMB-110” (matrícula PP-ERN) e um “Xingu EMB-121” (PT-FRG).
O blog enviou e-mail para a assessoria de imprensa do CBMRN, no dia 6 de março, para mais informações sobre o uso e prazos operacionais, mas sem resposta até esta publicação.