O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) defendeu a desoneração da folha de pagamento e a redução de impostos para compensar empresários após o fim da escala 6x1. Durante a votação da proposta, nesta quarta-feira (14), ele também cobrou que o Congresso corte os próprios privilégios.
“Quem tem que cortar da própria carne não é o trabalhador nem o empresário, é o Congresso”, afirmou.
Cleitinho criticou benefícios dos parlamentares, como plano de saúde vitalício, e comparou as regalias do Legislativo às dificuldades enfrentadas por trabalhadores que dependem do transporte público.
O senador também questionou o custo do Congresso e pediu sensibilidade para garantir dignidade aos trabalhadores. A proposta foi aprovada.
Durante o discurso, ele ainda reconheceu a atuação do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) na defesa da redução da jornada e afirmou que a pauta não deve ser tratada como disputa ideológica. “Essa luta não é de esquerda nem de direita, mas do trabalhador”, declarou.