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Edmo Sinedino


Curtinhas: dois Américas, ABC, decisão absurda, as duas melhores, Argentina da vergonha e mais

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Os dois lados do América

Reta final. O América dá show de bola. O seu time desliza em campo e mostra uma superioridade absurda sobre a maioria dos seus rivais na competição. Esse é um ponto. Falando do time. Agora, quando o time precisa mudar, o treinador Ranielle Ribeiro sempre põe os pés pelas mãos e comete erros repetidos. Esse é meu grande temor nesta parte decisiva da competição, quando todas as equipes precisam de jogadores que possam fazer a diferença, também entrando depois. Aí reside, talvez, o grande pecado da direção do clube que poderia ter se esmerado mais no reforço principalmente de seu setor de ataque. O América parece se transformar em outra equipe quando acontecem as mudanças, até mesmo contra uma equipe bem limitada como foi o Trem do Amapá. Eu ainda guardo comigo uma outra preocupção: o lado esquerdo da defesa rubra, mais notadamente o jogador Guilherme Paraíba, titular nunca questionado, mas que vejo como um jogador lento e batido com muita facilidade, apenas se saindo bem no jogo aéreo.

O bom momento do ABC

Vejam como as coisas se invertem rapidamente no futebol. Ants do jogo contra o Águia, apesar da confiança, existia um temor de que o ABC pudesse sore para virar o placar.  Mas Waguinho foi cirúrgido nas alterações, principalemente fazendo o Jhosefer jogar no espaço que é grande. E agora, na fase seguinte, me parece bem mais possível notar a vantagem que leva o Alvinegro, pois o América joga fora a última partida e contra a equipe e melhor campanha. Para a partida fora contra a Luverdense já penso que o ABC  tem que ter, além dele e Jonathan, um volante centralizado, dando mais proteção à frente da área. Contra o Águia, em alguns momentos, esse espaço foi ocupado por jogadores do time visitante promovendo alguns sustos. Acho que só esse pequeno acerto para jogar fora de casa.  As chances do ABC considero maiores.

Uma decisão esdrúxula

Volto a tocar no assunto aqui nessa coluna. Como é que passa pela cabeça de alguém que cuida de um clube de futebol fazer uma partida no mesmo dia de uma final de Copa do Mundo. O mais absurdo ainda quando se fala em jogar pela manhã, bem antes do confronto, e surgem justificativas que partem da fisiologia, alegando que o clube nunca atuou nesse horário. Pelo amor de Deus!, tem a semana toda para essa preparação.

Copa: as duas melhores

Vou misturar aqui Série D e Copa do Mundo. Mais tarde, 16h, um jogão que coloca frente à frente as duas melhores seleções da Copa do Mundo. Dentro da normalidade, quem vencer hoje será o provável campeão. Mas tem a tradição inglesa e a raça argentina para contrapor.

Argentina, bah!!!

E quando falo em Argentina trinco os destes. Os podres racistas desta nação latina estão passando e fazendo vergonha nesta Copa do Mundo. O pior de tudo é notar a atitude covarde e conivente desta entidade desmoralizada chamada Fifa, pois já deveria ter tomado medidas extremas, proibindo essa escória de assisitir aos jogos.

Messi é uma vergonha

Ainda de Argentina, que vergonha o comportamento do jogador Lionel Messi. Diante de sua importância como exemplo para crianças do mundo todo a sua omissão envergonha o mundo da bola, sem falar nas fotos posando lado dos criminosos Donald Trump e Benjamin Netanyahu.

Uma mancha no esporte

Ainda de Copa: nunca é demais registrar que essa já está marcada como uma das mais ignóbeis da históiria, superando as copas dos tempos de Mussolini, na Itália, e do título argentino, ilegal, na edição de 1978, quando jogadores peruanos se venderam ao ditador Gaultieri tirando a chance do Brasil chegar à final.

Infantino fora!

Se houver um mínimo de seriedade e respeito pelo futebol, o que não acredito, entre os membros dessa entidade desmoralizada, esse Gianni Infantino tem que ser defedestrado do cargo assim que terminar. Ele não teve controle sobre a competição, entregando-a ao pústula Trump e o episódio do cartão é assombroso.

A vergonha da segregação

Como realizar uma Copa do Mundo onde torcedores, jogadores, seleções e até árbitros são segregados, proibidos, tendo, todos, suas liberdades violentadas, numa não que é comandada por um criminoso psicopata que vive em guerra com o mundo. O que sofreram as seleções do Irã, Uruguai, o craque iraquiano e o árbitro Somali nunca pode ser repetido ou esquecido.

América, 111 anos

Parabéns da coluna aos 111 anos de uma história construída com paixão, raça, talento e o apoio incondicional e valorização do esporte de nosso Estado. Por algum tempo em minha já distante infância fiz parte desta história, jogando na escolinha de Olinto Galvão, depois, um pouco mais tarde, atuando no time adulto por algum tempo, até que tive que me desligar pois assinei contrando profissional com o Alecrim. 

Parabéns ao clube que é, ontem, hoje e sempre mais um grande orgulho de nosso Estado.

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