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Brasil

Cunhada invade casamento e mancha vestido de noiva com tinta preta

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O que era para ser um dos dias mais felizes da vida de uma noiva terminou em confusão e choque. Uma mulher, identificada como cunhada da noiva e que não havia sido convidada para a cerimônia, invadiu o casamento, agrediu a noiva e jogou tinta preta em seu vestido. Com informações do Metrópoles.

De acordo com relatos de convidados, a cerimônia de Gemma Monk, de 35 anos, transcorreu normalmente até a chegada inesperada da familiar. Visivelmente alterada, ela teria avançado em direção à noiva, iniciando uma discussão que rapidamente evoluiu para agressão física. Em meio ao tumulto, a mulher lançou tinta escura sobre o vestido branco, manchado completamente a peça.

O ataque, de Antonia Eastwood, de 49 anos, casada com Ashley, irmão mais velho de Gemma, causou pânico entre os presentes e interrompeu o evento. Pessoas que estavam no local precisaram intervir para conter a agressora, enquanto a noiva, abalada, recebeu ajuda de amigos e familiares.

Antonia havia sido proibida de comparecer ao casamento devido a uma antiga rixa que surgiu após o casamento da cunhada um ano antes.

Surpreendentemente, Gemma conseguiu se recompor, se arrumar, pegar um segundo vestido de noiva — e se casar apenas duas horas depois. “Esperávamos por esse dia há tanto tempo. Nada ia me impedir”, disse a noiva ao New York Post.

A noiva contou que proibiu Antonia de comparecer ao casamento devido a uma desavença que começou quando sua cunhada a acusou de tentar lhe dar uma rasteira em seu próprio casamento.

O terrível episódio ocorreu depois que Gemma perdeu peso devido a um susto com um possível câncer, disse ela. Antonia sabia dos problemas de saúde dela, mas “mesmo assim decidiu arruinar o dia mais importante da minha vida e me colocar em risco”, disse Monk, que desde então recebeu alta.

De acordo com o veículo internacional, Antonia recebeu uma sentença de 10 meses de prisão, suspensa por 12 meses, o equivalente à liberdade condicional no Reino Unido. Ela também foi condenada a prestar 160 horas de serviço comunitário.

 

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