O caso que chocou Extremoz segue com novos desdobramentos. O pitbull envolvido no ataque que matou um trabalhador foi adotado e deve morar em Mossoró após a conclusão do processo de treinamento.
O animal passou a ser chamado de “Bolinha”, nome dado de forma carinhosa pelo adestrador responsável pelo resgate e reabilitação, João Maria Marreiro. A escolha representa uma tentativa de reconstrução no vínculo com o cão, marcado pela brutalidade do ataque.
Cerca de três semanas após o resgate, o profissional afirma que já é possível observar avanços no comportamento do animal. “Bolinha avançou na socialização e não nos mordeu hoje. É uma grande vitória, tendo em vista quem é este cão”, destacou.
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João Maria Marreiro, que tem mais de 12 anos de experiência com cães de guarda e proteção, havia relatado anteriormente que sentiu medo ao ter o primeiro contato com o pitbull — algo inédito em sua carreira. Agora, ele aponta sinais positivos, embora ressalte que o processo ainda exige atenção redobrada.
A reabilitação do animal conta com o apoio de outros especialistas, que vêm auxiliando diretamente no acompanhamento e manejo do caso. O trabalho conjunto tem sido essencial para os resultados obtidos até agora.
Após a conclusão do treinamento, Bolinha será encaminhado para sua nova casa, em Mossoró, onde continuará sendo monitorado. A expectativa é de que o animal siga evoluindo e consiga conviver de forma segura.