Em pronunciamento realizado pelas partes envolvidas, a agricultora Joseane Medeiros, o produtor de conteúdo digital Hiago Alves e o influenciador conhecido como Grilo Safadão se manifestaram sobre o caso que repercutiu nas redes sociais, reforçando a existência de um mal-entendido e contestando informações divulgadas na internet.
Durante a fala, foi destacado que o episódio teria sido alvo de “difamação” e “fake news”, segundo os envolvidos, e que o objetivo do pronunciamento era esclarecer os fatos de forma transparente, tanto para o público quanto na esfera jurídica. Joseane relatou que estava em casa tomando banho quando recebeu a informação de movimentação no beco da residência. Ela afirmou que o marido foi até o local para verificar a situação e encontrou o homem próximo a uma motocicleta.
Segundo a versão apresentada, a comunicação feita às autoridades teria tido como finalidade apenas esclarecer o ocorrido e evitar novos episódios semelhantes, sem intenção de prejudicar o envolvido.
O influenciador conhecido como Grilo Safadão, por sua vez, afirmou durante o pronunciamento que estava no local após ter corrido e se escondido de um cachorro, dizendo que não havia intenção de invadir ou observar qualquer residência. Ele reforçou que apresentou explicações às autoridades no momento da abordagem.
Na sequência, foi explicado que, no momento do atendimento policial, houve uma interpretação inicial que teria contribuído para a repercussão do caso. Os envolvidos afirmaram que a situação foi tratada como mal-entendido e que os fatos estariam sendo esclarecidos.
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O pronunciamento também ressaltou que o caso chegou a ser enquadrado inicialmente como possível importunação sexual, mas que os desdobramentos seguem em análise. Foi informado ainda que o influenciador obteve liberação provisória para responder ao processo em liberdade, enquanto as investigações continuam.
Os participantes reforçaram que o episódio ganhou grande repercussão nas redes sociais, o que, segundo eles, levou à circulação de informações consideradas distorcidas. Em tom de crítica, afirmaram que “mal não se paga com mal, mal se paga com o bem”, defendendo que a resposta à situação seria a apresentação da verdade.
O caso segue sob investigação e deve ser analisado pela Polícia Civil, que irá concluir as apurações e definir os encaminhamentos jurídicos. As partes afirmam que estão colaborando com o processo e aguardam o desfecho das investigações.