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Brasil

Manobrista de academia onde mulher morreu diz que chefe mandou aplicar mais cloro na piscina

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A morte da professora Juliana Bassetto, que passou mal durante aula de natação em uma academia na zona leste de São Paulo, continua sob investigação. Responsável pelo tratamento da piscina apesar de ter sido contratado como manobrista, Severino José da Silva prestou depoimento na terça-feira (10) e afirmou que apenas seguiu ordens de seus superiores.

A noticia é do portal R7. Ele relatou ter notado a água turva na sexta-feira anterior ao incidente e recebido orientações sobre como proceder com o tratamento químico. No dia seguinte ao primeiro procedimento inadequado, ele aplicou uma quantidade ainda maior de cloro sob orientação dos responsáveis pela academia.

O Ministério Público determinou a investigação das unidades da rede de academias em São Paulo após um grave incidente envolvendo uma mistura química que resultou na morte de Juliana e deixou outras pessoas hospitalizadas. O acidente ocorreu em uma academia no Parque São Lucas, zona leste da capital paulista.

Nesta quarta-feira, os três sócios dessa unidade devem prestar prestar depoimento à polícia. A investigação busca esclarecer por que um manobrista estava realizando tarefas relacionadas à manutenção da piscina.

O processo visa garantir que todas as instalações possuam alvarás adequados e profissionais qualificados para lidar com produtos químicos usados nas piscinas.A Secretaria de Saúde também foi acionada para verificar as condições sanitárias dessas instituições.

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