A Força Aérea Brasileira gastou mais de R$ 238 milhões com combustível para transportar a elite da República em voos particulares, muitas vezes com aeronaves que comportam até 15 passageiros, levando apenas um.
A noticia é de HERODOTO BARBEIRO. Quando esse tipo de estrutura é usado para compromissos fora da agenda institucional, como assistir a jogos de futebol, o problema deixa de ser pontual e passa a escancarar um padrão difícil de se explicar. É uma vergonha.
Diante disso, a pergunta não é nova, mas segue sem resposta convincente: faz sentido manter esse nível de gasto com dinheiro público para deslocamentos desse tipo? Até que ponto o uso da aeronave pública atende ao interesse coletivo, e quando passa a servir apenas ao conforto de autoridades?