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Esporte

De ex-jogadores a campeões olímpicos: veja nomes do esporte que ficaram fora das eleições

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A fama construída dentro das quadras, dos campos e das pistas não foi suficiente para garantir espaço na política em 2026. Diversos nomes conhecidos do esporte disputaram cargos nas eleições deste ano, mas terminaram a votação sem conseguir uma cadeira ou renovar o mandato. A lista reúne ex-jogadores de futebol, treinadores, atletas olímpicos e dirigentes de grandes clubes.

Um dos casos de maior repercussão foi o de Edmundo. O ex-atacante tentou chegar à Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro, mas recebeu 35.725 votos e não foi eleito. Em São Paulo, Luís Fabiano também ficou pelo caminho na disputa por deputado federal, com 9.613 votos. Já Vanderlei Luxemburgo tentou uma vaga no Senado pelo Tocantins e terminou com 67.987 votos, o equivalente a 4,11%.

Entre os atletas olímpicos, Leila do Vôlei não conseguiu permanecer no Senado pelo Distrito Federal. A ex-jogadora, medalhista olímpica com a Seleção Brasileira, terminou em terceiro lugar, com 686.340 votos. Sarah Menezes, campeã olímpica no judô, recebeu 10.516 votos na disputa por uma vaga de deputada federal pelo Piauí. Em Minas Gerais, o campeão olímpico de vôlei Maurício Souza teve 16.122 votos e também não conquistou a reeleição.

O futebol ainda teve outros representantes derrotados nas urnas. Marcelinho Carioca recebeu 2.494 votos na disputa por deputado distrital no Distrito Federal. Entre dirigentes, Eduardo Bandeira de Mello não conseguiu renovar o mandato de deputado federal pelo Rio, enquanto Marcos Braz, ex-dirigente do Flamengo, teve 18.305 votos. Em Minas Gerais, Sérgio Santos Rodrigues, ex-presidente do Cruzeiro, terminou com 20.279 votos e ficou fora da Câmara. Alexandre Kalil, ex-presidente do Atlético-MG, recebeu 403.466 votos na disputa pelo Governo de Minas, mas não avançou para o segundo turno.

Por outro lado, alguns nomes ligados ao esporte conseguiram sair das urnas com mandato. Danrlei, Luiz Lima, Bobô, Felipe Sertanejo e Rozenha estão entre os ex-atletas que mantiveram espaço na política ou conquistaram uma cadeira pela primeira vez. O resultado mostra que, mesmo com nomes de grande reconhecimento no esporte, a popularidade construída na carreira não necessariamente se traduz em votos suficientes para vencer uma eleição.

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