Enquanto boa parte da imprensa nacional destaca que a perícia feita no ex-presidente Jair Bolsonaro descartou a necessidade de levá-lo ao hospital neste momento, um outro ponto, muito mais grave, chamou a atenção: a possibilidade de morte súbita.
A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF), um laudo que mostra que o ex-presidente apresenta sinais e sintomas neurológicos com potencial aumento do risco de novos episódios de queda, o que demanda investigação diagnóstica complementar.
Em um dos trechos, publicado pelo R7, há uma pergunta sobre esses cuidados e a resposta.
“A não observância das medidas médicas descritas pode acarretar risco de complicações graves como pneumonia aspirativa, insuficiência respiratória, AVC, insuficiência renal, quedas com traumatismo craniano, ou morte súbita?
E a resposta foi direta e objetiva: "Sim."
A PF também aponta a necessidade de monitoramento clínico diário, controle rigoroso da pressão arterial, hidratação adequada, administração regular de múltiplos fármacos, acesso rápido a exames laboratoriais e de imagem, além de possibilidade de atendimento médico imediato em eventuais intercorrências.