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Segurança

Operação Faraó: LAIS divulga nota e afirma estar tranquilo

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O Laboratório de Inovação em Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LAIS/UFRN) enviou uma nota para o Portal 96 em que afirma ter tranquilidade diante da operação Faraó, integrada pela Polícia Federal e a Controladoria-Geral da União, que apura desvios e irregularidades de R$ 50 milhões.

Conforme o LAIS, todos os projetos e ações realizadas pelo LAIS e seus pesquisadores são de conhecimento da sociedade e das autoridades. O laboratório é garante que regularmente apresenta informações aos órgãos de fiscalização e controle.

"Com muita tranquilidade, estamos à disposição das autoridades para todos os esclarecimentos necessários", afirmou o LAIS em nota.

O laboratório reafirmou o seu compromisso com o desenvolvimento de ações direcionadas para a qualidade da saúde pública e ratificou a inexistência de ilicitudes.

Operação Faraó 

A Polícia Federal (PF), em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou na manhã de hoje (), a Operação Faraó, tendo por objetivo apurar possíveis crimes relacionados ao desvio de recursos públicos federais oriundos do Ministério da Saúde.

Cerca de 90 policiais federais estão cumprindo 20 mandados judiciais de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Federal/RN, nos municípios de Natal/RN, São Paulo/SP, Balneário Camboriú/SC e Brasília/DF.

Segundo as investigações, no ano de 2017, o Ministério da Saúde transferiu para a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), aproximadamente R$ 165 milhões para ser empregado na prevenção e combate à doença sífilis no Brasil. Aquela instituição de ensino superior, por sua vez, contratou a Fundação Norte-Rio-Grandense de Pesquisa e Cultura (FUNPEC), mediante dispensa de licitação, para executar dez metas do que ficou conhecido como projeto “SÍFILIS, NÃO!”.

Ao longo da execução daquele projeto, notadamente na meta relacionada às ações de publicidade e propaganda, envolvendo recursos da ordem de R$ 50 milhões, foram verificados indícios da prática de diversos tipos de delitos, como fraude à licitação, falsidade ideológica, peculato e lavagem de dinheiro, havendo a atuação direta de inúmeras empresas do segmento publicitário, além de possível envolvimento de servidores públicos.

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