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Segurança

Operação em conjunto com a PF do RN desarticula quadrilha que estourava bancos no Nordeste

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Uma organização criminosa responsável por ataques a agências financeiras e a carros-fortes no Nordeste foi desarticulada, na madrugada desta segunda-feira (13), durante uma ação fruto de uma investigação da Polícia Civil da Paraíba, Polícia Federal (Rio Grande do Norte e Pernambuco), Polícia Rodoviária Federal e Força-Tarefa do Sistema Único de Segurança Pública do Rio Grande do Norte.

O grupo estava reunido em uma casa na zona rural de Cubati (PB), fortemente armado, e se preparava para atacar uma agência bancária no município de Taperoá (PB). Policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), do Grupo de Operações Especiais (GOE) e da Delegacia de Homicídios e Entorpecentes (DHE) de Patos fizeram o cerco no imóvel e foram recebidos a tiros. Sete assaltantes foram baleados no confronto e não resistiram aos ferimentos.

Com eles, os policiais apreenderam dois fuzis, uma espingarda calibre 12, duas pistolas, um revólver, munições de vários calibres e grampos que as quadrilhas espalham na pista, durante a fuga, para impedir a chegada de viaturas. Ferramentas como marreta, ‘pé-de-cabra’ e uma esmerilhadeira também foram apreendidas, todas utilizadas para arrombar caixas eletrônicos.

Durante entrevista coletiva à imprensa, o delegado-geral da Polícia Civil da Paraíba, André Rabelo, disse que a investigação conjunta já vinha sendo construída há cerca de dez meses, devido ao histórico criminal dos assaltantes, todos eles já conhecidos pelas polícias. Na avaliação de Rabelo, o desfecho da operação foi inevitável e representa mais segurança para a população.

“Quem mais sofre com os ataques dessas quadrilhas é sociedade local onde os fatos criminosos acontecem. Essa sociedade sofre durante meses sem os serviços de uma instituição bancária. Além disso, esses ataques a bancos, quando os criminosos conseguem concretizá-los, isso capitaliza o crime e se reverte nisso daqui: armas de grosso calibre e muita munição, para causar mais prejuízo à população”, disse o delegado-geral.

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