Oferecimento:

Logo 96FM

som+conteúdo

Política

MST confirma Lula e Janja em evento com ato de solidariedade à Venezuela

Lula e Janja | Foto: Reprodução/Instagram

O Movimento Sem Terra (MST) confirmou a presença do presidente Lula (PT) e da primeira-dama Janja da Silva no encerramento do 14º Encontro Nacional da organização na próxima sexta-feira, 23. A informação é do O Antagonista.

O encontro, que começou nesta segunda e segue até sexta no Parque de Exposições Agropecuárias de Salvador, deve reunir cerca de 3 mil integrantes do MST vindos de todas as regiões do país.

Na programação está previsto um ato de solidariedade à Venezuela, com participação de representante da embaixada venezuelana, em meio ao atual contexto político da América Latina.

O movimento afirma que a reunião “marca um momento de alinhamento político frente à conjuntura atual do país e do mundo, forjando às estratégias da luta, para responder às necessidades da sua base social organizada e contribuir para a transformação da sociedade brasileira”.

Segundo O Globo, a  Secretaria de Comunicação Social (Secom) do Planalto não confirmou a agenda do petista para a data em questão.

Além de Lula, os governadores Jerônimo Rodrigues, da Bahia, e Elmano de Freitas (PT), do Ceará, são esperados no evento.

Ato por Maduro

Em 5 de janeiro, o MST e outras entidades protestaram em frente ao consulado dos Estados Unidos em São Paulo, contra a operação dos Estados Unidos que capturou o ditador Nicolás Maduro.

Em fotos do ato publicadas pelo MST no Instagram, é possível ver que o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) também participou. Manifestantes seguravam cartazes com a escrita “Fora Trump da Venezuela”, em referência ao presidente americano, Donald Trump.

“Em frente ao consulado dos Estados Unidos, em São Paulo, o MST e mais de uma dezena de movimentos sociais se somam para denunciar a agressão ao povo venezuelano e à sua soberania. Reafirmamos nossa solidariedade internacionalista, exigimos a libertação imediata do presidente Nicolás Maduro e o fim das agressões imperialistas na América Latina“, escreveu o movimento na publicação.

Deixe o seu comentário

O seu endereço de email não será publicado